sábado, 30 de agosto de 2014

As mais belas imagens noturnas de grandes cidades do mundo

Confira a seguir algumas das mais belas imagens noturnas de grandes cidades do Mundo.

1. Cidade do Cabo, África do Sul

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2. Lisboa, Portugal

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3. Kuala Lumpur, Malásia

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4. Budapeste, Hungria

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5. Bucareste, Romênia

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6. Caracas, Venezuela

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7. Paris, França

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8. Doha, Qatar

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9. Pequim, China

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10. Shanghai, China

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11. Buenos Aires, Argentina

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12. Jacarta, Indonésia

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13. Toronto, Canadá

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14. Roma, Itália

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15. Sidney, Austrália

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16. Mascate, Oman

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17. Manama, Bahrein

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18. Dubai, Emirados Árabes Unidos

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19. Sanaa, Iêmen

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20. Liubliana, Eslovênia

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21. Amsterdã, Holanda

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22. Frankfurt, Alemanha

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23. Bandar Seri Begawan, Brunei

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24. Carachi, Paquistão

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25. Londres, Inglaterra

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26. Cairo, Egito

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27. Helsinque, Finlândia

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28. Nova Iorque, Estados Unidos

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29. Bruxelas, Bélgica

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30. Rio De Janeiro, Brasil

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Comunicar é viver

Próxima Parada: Itália — um dos mais proeminentes berços culturais do mundo

 Em sua forma atual, a Itália tem suas raízes não muito distantes no tempo. Quer dizer, a “bota” e a “bola” que talvez tenham surgido na sua mente agora datam de 17 de março de 1861, ocasião em que o país ganhava a forma de um estado unitário — processo que teve apoio substancial da França e da Inglaterra.
Entretanto, não é preciso percorrer mais do que algumas quadras da capital, Roma, para perceber que o DNA italiano é muito mais antigo do que fazem supor os estereótipos de programas de TV ou a adorada (ou odiada) “Azurra”, a Seleção Italiana de Futebol.
Ao caminhar pelas ruínas do coliseu, ao contemplar a belíssima — e riquíssima — arquitetura da Basílica de São Pedro, tornam-se claras as suas origens na Roma antiga, nos estados fragmentados que acabaram por servir de incubadora para um dos movimentos político-culturais de eco mais distinto na história humana.
Dessa forma, viajar pela Itália é tanto uma aventura sensorial quanto um périplo cultural de envergadura ímpar. E vale observar isso tudo um pouco mais de perto, é claro.

Os dominadores da Península Itálica

Dizem que Roma foi fundada por dois sujeitos particularmente sortudos. Conta-se que os míticos irmãos gêmeos Rômulo e Remo apenas puderam lançar a pedra fundamental da civilização romana — cuja data tradicionalmente aceita é a de 21 de abril de 753 a. C. — porque uma loba particularmente pródiga resolveu lhes dar de mamar.
Seja como for, é fato que aquela civilização surgida a partir de pequenas comunidades agrícolas ocupou não apenas a península Itálica do século VIII a. C, mas chegou mesmo a tomar conta de uma imensa parte do mundo antigo. Em sua fase territorialmente mais próspera, sob a batuta do rei Trajano, o Império Romano chegou a compreender uma área com mais de 5 milhões de quilômetros quadrados.
E as brasas daquele período triunfante podem ser percebidas ainda hoje. “A influência duradoura romana é refletida difusamente na linguagem, literatura, códigos legais, governos, arquitetura, engenharia, medicina, esportes, artes, entre muitos outros aspectos da vida contemporânea. Muito disso está tão intricado à nossa cultura que mal nos damos conta da nossa dívida com a Roma antiga”, conforme consta no artigo “O Mundo Segundo Roma”, da revista National Geographic.

O humano no centro do cosmos

É praticamente impossível pensar no legado cultura de Roma e, consequentemente, da Itália sem trazer à mente o período de efervescência cultural conhecido como “Renascença”. Entretanto, embora o Davi de Michelangelo e o “homem vitruviano” de Leonardo da Vinci ocupem hoje grande parte do imaginário do senso-comum, é comum que o animus que motivou o período histórico seja, ao menos em parte, neglicenciado.
Entende-se por Renascimento o período compreendido entre fins do século XIV e início do século XVII todo ele orientado ao humanismo e ao naturalismo. Em outras palavras, embora a religião ainda fosse uma constante, há um resgate sistemático os valores e das artes praticadas há muitos séculos antes, por outra civilização particularmente prolífica do ponto de vista cultural: a Grécia Antiga.
Nas mãos dos artistas proeminentes à época, o ser humano passa a ser retratado em posição privilegiada sempre que se procura representar a natureza. Trata-se, ademais, de um processo de “matematização” dos processos naturais — o que, naturalmente, se estende também para a política e para as mais variadas formas de expressão artística.

O berço da Igreja Católica

O sincretismo na Itália é notável, assim como os sucessivos movimentos dialéticos que levaram as populações da península itálica para a divindade e dali, novamente, para o humano como criatura privilegiada e racional. Uma prova? Além de ser o berço da Renascença, a Itália também é notória por carregar a própria imagem da Igreja Católica — tanto em sua forma assumida durante a Idade Média quanto na atual.
Com mais de 2 mil anos de história, a Igreja Católica Apostólica Romana é considerada a instituição mais antiga ainda em funcionamento — tendo carregado a própria imagem do poder político teocêntrico durante a Idade Média. O impacto da Igreja Católica nas artes sacras tem também peso inquestionável.

Economia formal (e informal)

Após a Segunda Guerra Mundial, a Itália passou rapidamente de um estado predominantemente agrícola para uma das maiores economias do mundo. Apesar dos cenários de crise desenrolados nos últimos anos — em resposta ao próprio momento histórico da União Europeia —, a Itália é hoje o oitavo país com maior qualidade de vida, ocupando a 23ª posição no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Em termos de produtos, a Itália é bastante conhecida por seus automóveis, por seus eletrodomésticos e, é claro, também por seu vinho — sendo atualmente o maior produtor mundial da bebida. Destaque também para o design e a moda — embora, como mostrou o jornalista napolitano Roberto Saviano, uma grande parte desse negócio ainda é ocupada por organizações mafiosas, sobretudo pela Camorra.

A “Bola”

A Sicília certamente mereceria um artigo à parte. Embora seja parte da República Italiana, a “Bola” sob a “Bota” possui características geográficas e culturais notavelmente próprias. Um exemplo típico? A língua. Embora o italiano seja a língua oficial da ilha, a maior parte dos nativos fala também o “siciliano”.
Mas a Sicília é também um paraíso turístico cada vez mais em voga. Há inúmeros sítios arqueológicos que revelam prontamente milhares de anos de história — Taormina e Cafalù, por exemplo. Além disso, perambular por ruas antiquíssimas de pequenas comunas (como Troina) deixa uma impressão bastante duradoura.

Se for à Itália, não deixe de visitar:

Basílica de São Pedro

Coliseu de Roma

Torre de Pisa

Basílica de São Marcos

Grande Canal de Veneza

Catedral de Milão

Palazzo Vecchio

Vesúvio

Etna (Sicília)

Taormina (Sicília)

COMUNICAR É VIVER

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

10 invenções feitas por adolescentes

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Vejam adolescentes que estudaram e elaboraram invenções surpreendentes:
  • Dispositivo: “Não esqueça o bebê no carro!”
Um garoto de 11 anos foi capaz de inventar um dispositivo para impedir que pais esqueçam seus bebês em carros fechados. O nome do adolescente é Andrew Pelham, estudou e viu que o número de crianças esquecidas e mortas porquê são esquecidas no carro é de aproximadamente 38 por ano.
Nome do seu dispositivo é “E-Z Baby Saver”, uma maneira barata e eficaz, pois é feita de fita adesiva e elásticos, impede que adultos desçam do carro quando uma criança ainda está dentro: sua alça se estende desde o banco de trás e é ligada à porta do lado do motorista.
  • Mochila de Quimioterapia
Kylie Simonds, era uma criança de 8 anos quando foi diagnosticada com rabdomiossarcoma, um câncer dos tecidos conjuntivos. Enfrentou as limitações de sempre estar com tubos intravenosos impedindo de se locomover.
Ai então, ela decidiu inventar uma mochila pediátrica que serve como uma máquina de quimioterapia portátil para crianças, chama de “I-Pack”. Ela ganhou um prêmio na Convenção de Invenções de Connecticut (EUA) em agosto desse ano (2014). Ela patenteou a criação e está tentando levantar dinheiro para colocar a mochila em produção.
  • Pirulito que cura soluços
produto consiste em açúcar, vinagre de maçã e pirulito. Simples, mas a menina de 13 anos foi atingida com um caso de soluços dois anos antes, e passou por diversas situações de remédios populares e simpatias.
Sua patente está pendente e enquanto isso o produtos ainda está em processo de “aprimorar o gosto”. Com pouca idade ela já conseguiu se tornar a mais nova estudante de MBA, e o curso vai ajudá-la com o lançamento de sua empresa.
  • O neto que criou um sensor para pacientes com Alzheimer
Kenneth Shinozuka de apenas 15 anos, levou para casa o prêmio Ciência em Ação da Scientific American, cujo valor era de US$ 50.000 (mais de R$ 100 mil), por desenvolver sensores portáteis de alertas sonoros quando paciência com demência se distancia de seu leito.
São usados sensores sem fio do tamanho de uma moeda que são colocados nos pés de um doente e quando a pessoa se levanta, envia um alerta sonoro ao smartphone de um cuidador através de um aplicativo.
  • A ferramenta de detecção de câncer de pâncreas
O paciente que tem o diagnóstico de câncer de pâncreas, quando ficam ciente tardiamente, só tem 2% de sobrevivência, segundo pesquisas.
Um garoto de 15 anos foi capaz de mudar esse resultado de 85% desses pacientes que descobrem a então doença. Quando Jack Andraka convenceu um pesquisador de câncer a deixá-lo usar seu laboratório para desenvolver sua teoria. Jack venceu 1.500 participantes e ganhou o grande prêmio de US$ 100.000 (mais de R$ 200 mil) na Feira Internacional de Ciência da Intel com a sua invenção.
  • Chupeta com termômetro
Anthony Halmon em 2013, teve a ideia de criar uma chupeta que funciona também como um termômetro. O produto é chamado de Thermofier foi criado, pois segundo o jovem e pai recentemente, tinha a preocupação de sua filha recém nascida não poder falar sobre a sua saúde. Sua invenção ainda valeu uma visita à Casa Branca e um encontro com o presidente Obama.
  • Carregador de celular em apenas 20 segundos
Graças a Eesha Khare de 18 anos, não precisamos mais esperar por horas a bateria do celular carregar por 100%. Ela ganhou um prêmio de US$ 50.000 em uma feira de ciências internacional pela invenção de um dispositivo de armazenamento de energia que pode ser totalmente recarregado em 20 a 30 segundos, além de que pode durar 10 mil ciclos de carga-recarga, em comparação com os 1.000 ciclos das baterias recarregáveis convencionais atuais.
  • Transforma CO2 em oxigênio ao dirigir
Poluir ao usar o carro, nunca mais. Quem afirma isso é Param Jaggi de 17 anos que ganhou o prêmio da Agência de Proteção Ambiental.
Ele então inventou um dispositivo chamado “Algae Mobile” que é inserido no tubo de escape do veículo. Através da fotossíntese, as algas no interior do tubo de liga de alumínio convertem dióxido de carbono em oxigênio e o liberam para o ar para os seres humanos respirarem.
  • Salvando os oceanos do mundo
Um holandês, Boyan Slat de 19 anos, inventou um dispositivo, o qual ele acredita, que pode limpar cerca de 20 bilhões de toneladas de resíduos de plástico nos oceanos do mundo.
Segundo ele a ideia é criar uma série de plataformas de processamento flutuantes projetadas para coletar o plástico do mar e também garante que durante o processo de captura do plástico flutuante não irá interferir com a vida de peixes e plânctons dos oceanos. Ele desenvolveu seu conceito enquanto ainda estava na escola e ganhou uma série de prêmios desde então.
  • Ambientador feito de cocô de vaca
Duas estudantes do ensino médio da Indonésia, Dwi Nailul Izzah e Rintya Aprianti Miki ganharam o principal prêmio da Olimpíada de Ciências do seu país com seu ambientador alternativo ecológico. O purificador de ar tem uma fragrância natural de ervas e é bom para a saúde humana, pois não contém quaisquer produtos químicos nocivos, como outros purificadores disponíveis no mercado.
As jovens coletaram esterco de vaca e o deixaram fermentar durante três dias, dai então, extraíram água do esterco e a misturaram com água de coco. O líquido foi destilado para remover quaisquer impurezas e o produto final é um ambientador líquido de ar com um aroma natural de ervas digeridas pelas vacas.
comunicar é viver