No Egito Faraônico, as mulheres usavam “púrpura de Tyr” para pintar os lábios.
No século XIII, um monge de Piza descobriu o carmim de Cochinella, pigmento vermelho insolúvel em água, que deu novos ares ao batom.
Inicialmente, o batom era visto como vulgar e usado apenas por atrizes e mulheres da vida. Mas, depois de um tempo, o produto se popularizou e conquistou o público feminino.
Em 1921, foi lançado, em Paris, o primeiro batom em tubo. E em 1930, os estojos de batom se tornaram sucesso de vendas nos Estados Unidos.
Uma curiosidade interessante sobre o batom é que, em 1770, o parlamento inglês proibiu o uso de pigmento nos lábios por achar que o batom era um artifício para seduzir e manipular os homens.
comunicar é viver
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